MAIS UM DEPUTADO ADERE À BANCADA DE RICARDO NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA


O deputado estadual Trócolli Júnior (PMDB) aderiu ao projeto político do governador Ricardo Coutinho (PSB). O anúncio aconteceu nesta tarde, após reunião entre o chefe do Executivo Estadual, o parlamentar e o deputado estadual Gervásio Maia Filho (PMDB). Ainda durante o encontro, Trócolli defendeu a construção na Paraíba de um centro de referência nacional para a recuperação de dependentes químicos.
Trócolli Júnior disse que segue politicamente a orientação do seu partido, por acreditar que o projeto encabeçado pelo governador Ricardo Coutinho representa o melhor para a Paraíba. “Estamos prontos para compor o projeto do Governo Ricardo Coutinho. Decidi ajudar o governo em favor dos paraibanos e contribuir no que for possível para o desenvolvimento da Paraíba”, ressaltou o deputado.
O deputado Gervásio Filho referendou a fala de Trócolli Júnior, ressaltando que o atual mandato de Ricardo Coutinho ainda será melhor que o primeiro e que, mesmo com a crise econômica pela qual passa o país, a Paraíba consegue superar índices nacionais e seguir crescendo.
Durante a reunião foram tratados temas sobre política econômica, obras estruturantes, e nas áreas de infraestrutura e desenvolvimento social, entre eles a ponte que liga os municípios de Cabedelo a Lucena e melhorias para o Porto de Cabedelo

Um terço da desigualdade social no Brasil é reflexo direto da ação do governo

Crítico do Estado como agente planejador da economia, o economista austríaco Friedrich von Hayek era ácido quando co­mentava o papel do poder público co­mo promotor da igualdade de renda. De acordo com ele, isso só poderia ser conseguido por governos totalitários — à custa das liberdades individuais.
A despeito disso, desde a segunda meta­de do século 20, países democráticos são governados com a premissa de que o Esta­do deve distribuir a riqueza. Alguns fo­ram bem-sucedidos. Suécia, Noruega e Dinamarca figuram no grupo das nações com melhor igualdade de renda e qualidade de vida. São países inspirado­res para nós, que convivemos com disparidade de renda enorme.
Estamos na 73ª posição no ranking de desigualdade das Nações Unidas, com indicadores de 134 países. O governo brasileiro até se propõe a atuar para dividir melhor o bolo. Mas parte da dificuldade em diminuir diferenças está no fato de que o Estado ajuda a provocar a desigualdade que se propõe a combater.
A conclusão é dos pesquisadores Marcelo Medeiros e Pedro Souza, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No artigo “Gasto público, tributos e desigualdade de renda no Brasil”, eles mostram que a ação estatal responde por um terço da concentração de renda no Brasil.
O estudo analisou o Índice de Gini, criado pelo italiano Corrado Gini, em 1912, para medir a concentração de renda. Em 2009, o índice brasileiro era de 0,561, numa escala que vai de zero (mais igual) a 1 (mais desigual). Os pesquisadores criaram uma fórmula para descobrir os elementos que ajudam a concentrar e a distribuir a riqueza do país.
Foram analisadas sete variáveis: impostos diretos cobrados da população, assistência social, remuneração dos funcionários públicos, benefícios trabalhistas, previdência social, salário e outras rendas do setor privado. A conclusão incômoda: apenas os dois primeiros fatores ajudam a desconcentrar a renda. Todos os demais concentram. 
Como ocorre em qualquer país capitalista, a atividade é concentradora de riqueza. A livre-iniciativa tende a premiar o mérito — e não há nada de errado com isso. Ao contrário, são essas forças que movem o desenvolvimento. Nos antigos países comunistas, aliás, a falta de estímulos para o esforço individual gerou letargia tal que acabou aniquilando o próprio sistema econômico.
Ocorre que os países mais avançados buscam combinar o dinamismo capitalista com uma ação estatal que arrefeça a concentração. Ou seja, os melhores são premiados, mas a distância deles em relação ao demais se mantém num patamar aceitável. É aí que o Brasil peca. Segundo o estudo, o Estado brasileiro não só não consegue reduzir a desigualdade como também ajuda a aumentá-la. 
O que ocorre no interior da máquina pública é uma espécie de cabo de guerra entre elementos concentradores e distribuidores de renda. Os tributos diretos, como o imposto de renda, que não incidem sobre os mais pobres, e a assistência social, que subsidia os humildes, amenizam as diferenças de renda. Mas seus efeitos são anulados pelas benesses que engordam os ganhos do setor público.
Boa parte da concentração de renda ocorre via pagamento de salários a servidores. “O Estado paga melhor para atrair profissionais com nível educacional mais alto”, diz Marcelo Medeiros, que também é professor na Universidade de Brasília. Milhares de pessoas dedicam horas de estudo para garantir uma colocação no setor público. Danillo Fialho, de 22 anos, é um deles.
No fim de março, Fialho concorreu com 31 358 candidatos a uma das 782 vagas de gestor tributário da Secretaria de Estado da Fazenda de São Paulo. Formado em administração de empresas pela Universidade Mackenzie, em São Paulo, ele é analista comercial de uma multinacional. Ganha 3 500 reais por mês. Se for aprovado, seu salário subirá para 8 582 reais. “Busco a estabilidade e o salário maior do serviço público”, diz Fialho.
Parte da diferença se deve a distorções. Há desníveis inexplicáveis entre a remuneração de funcionários públicos e privados com a mesma qualificação. Na média, ela chega a 300 reais por mês — e responde por 6% da desigualdade. Mas há extremos. Em 2012, depois que a divulgação dos salários dos servidores municipais se tornou obrigatória em São Paulo, foram reveladas situações como a de um motorista de vereador que ganha 12 700 reais por mês.
Fora da Câmara, a realidade é outra. O motorista Mário Jorge Gonçalves, de 50 anos, vive entre São Paulo e Mongaguá, no litoral sul do estado. Ele não completou o fundamental e trabalha até 16 horas diárias numa empresa privada para ganhar 1 800 reais. Casado, com três filhos, ele não se permite momentos de lazer, como ir ao cinema. “Minha diversão é jogar bola na praia, que não custa nada”, diz Gonçalves. 
Outra fonte de desigualdade é a Previ­dência. Ao se aposentar, o trabalhador da iniciativa privada recebe do INSS um be­nefício máximo de 4 159 reais. O servidor público tem aposentadoria integral. Se ganhar 20 000 reais, se aposentará com o mesmo valor.
Em 2012, uma lei eliminou essa vantagem para novos concursados, mas levará décadas pa­ra surtir efeito. Por enquanto, os servidores públicos que recebem acima do teto, que representam 5% dos beneficiados do INSS, ficam com quase 20% dos recursos da Previdência. 
Tributação perversa
O governo ataca a desigualdade com os programas sociais — o que é bem-vindo. O efeito, porém, é tímido. Em 2012, foram distribuídos 21 bilhões de reais para 14 milhões de famílias. Só para equilibrar as distorções causadas pela previdência pública seria preciso aumentar dez vezes as contribuições do Bolsa Família.
A redução da desigualdade seria maior se o brasileiro tivesse educação de qualidade para disputar postos com melhores salários. “A assistência social é uma boa política de curto prazo”, diz Michael Norton, da Universidade Harvard, dos Estados Unidos. “Mas são os projetos ligados à educação que melhor distribuem a riqueza no longo prazo.”
O estudo não analisa os impostos indiretos — que elevam o preço final de bens de consumo. Esses tributos penali­zam os mais pobres: como as alíquotas são iguais para todos, proporcionalmen­te à renda os mais ricos pagam bem me­nos.
A fórmula é perversa: 28% da renda dos menos favorecidos é sugada por impostos indiretos, como ICMS — ante 10% da dos mais ricos, segundo outro estudo do Ipea.
Nos Estados Unidos, cerca de 15% da arrecadação vem de im­pos­tos sobre o consumo, e 60%, so­bre a renda e o patrimônio. No Brasil, 50% vêm de tributos indiretos. Nos últi­mos anos, o governo adotou outro mecanismo de concentração de renda: as transferências de recursos do Tesouro Nacio­nal, por meio do BNDES, para financiar empresas em setores eleitos co­mo estratégicos.
Desde 2008, esse empréstimo de dinheiro público somou 350 bilhões de reais. “Parte da arrecadação vai para empresas via política industrial”, diz o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco. “É pura concentração de renda.” Haja distribuição de Bolsa Família para mudar a situa­ção.
Revista Exame 

VEJA OS RESULTADOS DOS JOGOS DA 1° RODADA DA 2° FASE DA COPA JOÃO PESSOA-PB SUB-20 2015.


(1° Rodada da 2° fase da Copa João Pessoa-PB Sub-20 2015. União FC fica no 1x1 com a Catuense, ambas as equipes somaram seus primeiros pontos na 2° fase )   

Domingo 19 de Abril de 2015 Estádio Batistão *Funcionários-JP*

(Preliminar 8:15) Mixto EC 2X2  Revelação FC 
(Principal 9:45) Catuense A 1X1 União FC        


Classificação da 2° Fase da Copa João Pessoa-PB Sub-20 2015 (Atualizada)
  
Classificação do Grupo C
1°Mixto EC 1 Pt
2° União FC 1 Pt 
--------------------------G2
3° Kashima 0 Pt

Classificação do Grupo D
1°Revelação FC 1 Pt 
2°Catuense A  1 Pt
--------------------------- G2 
3°Catuense B 0 Pt

Valor Econômico aponta PB como 5º Estado do país com maior volume de investimento no primeiro bimestre


A Paraíba foi o quinto Estado do País com maior volume de investimento aplicado no primeiro bimestre de 2015, de acordo com levantamento feito pelo jornal Valor Econômico, mesmo com a desaceleração da economia e o menor fluxo de repasses de transferências do Governo federal, que contribuíram para a queda de investimentos dos Estados nos primeiros meses do ano. O investimento realizado na Paraíba nos dois primeiros meses desse ano foi de R$ 31,5 milhões, enquanto que no mesmo período do ano passado o investimento foi de R$ 21,5 milhões, o que representa um aumento nos investimentos estaduais de 46,5%.

Segundo a pesquisa, que apresenta dados disponibilizados por 21 estados pelo Relatório Resumido de Execução Orçamentária, apenas os estados da Bahia, Ceará, Espírito Santo e Pará, além do Rio de Janeiro (que ficou atrás da Paraíba, com um aumento de 42,4%) conseguiram apresentar um cenário positivo no primeiro bimestre deste ano. Outros 14 Estados apresentaram queda nos investimentos. Na média, as despesas de capital desses entes caíram 24,1% no primeiro bimestre de 2015, na comparação com igual período de 2014.

De acordo com o secretário do Estado de Planejamento, Orçamento, Gestão e Finanças, Tárcio Pessoa, esse cenário é resultado de um planejamento estratégico realizado pelo governo nos últimos quatro anos. "Quando os primeiros sinais da crise apareceram no ano passado, nós começamos a nos preparar no sentido de fazer um certo arrocho fiscal, buscando aumentar a eficiência do gasto público e utilizando outras fontes de receita que não fossem o Tesouro", esclarece. "A consequência disso é que nós conseguimos criar um colchão de segurança e hoje estamos conseguindo executar tudo que foi operacionalizado", pontua.

Para os próximos meses, a perspectiva é de que continuem sendo executadas todas as obras que já estão em andamento, inaugurando aquelas que estão para ser entregues e mantendo o equilíbrio fiscal sem prejuízo ao Estado. "Nos últimos quatro anos, nós tivemos a capacidade de aumentar em 157,88% os investimentos. Não tem dinheiro sobrando, claro, mas estamos dando muita atenção à gestão fiscal para que possamos conseguir continuar aumentando e muito a capacidade de investimento do Estado. Conseguimos explorar os serviços sem aumentar o custeio", afirma, acrescentando, ainda, que hoje, por exemplo, o Estado banca 92% do custeio da rede estadual de saúde, sendo o restante bancado pelo Governo Federal através do SUS. "Isso só foi possível porque nos preparamos para a crise, qualificamos nossos gastos", conclui.

Seis ex-governadores da Paraíba deverão perder pensão vitalícia

Seis ex-­governadores da Paraíba que recebem pensão do Estado poderão perder o benefício. É que ontem o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela ilegalidade do pagamento. A decisão foi tomada no julgamento cautelar da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4552, ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
A ação contesta o artigo 305 da Constituição do Estado do Pará, onde está previsto que, “cessada a investidura no cargo de governador, quem o tiver exercido em caráter permanente fará jus, a título de representação, a um subsídio mensal e vitalício igual à remuneração do cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado”.
Para a relatora do caso, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, ex­-governadores não são mais agentes públicos e, portanto, “não se pode cogitar de vinculação de categoria remuneratória, no caso, a de desembargador do TJ”.
Dessa forma, entende que o dispositivo questionado “estende em verdade o subsídio a quem não mais trabalha no Estado, e, por isso, não teria como nem porque ser remunerado”.
Na Paraíba, a Constituição do Estado também assegura o pagamento de pensão vitalícia a ex­governadores.
Diz o artigo 54, § 3º, da Constituição, que “cessada a investidura no cargo de governador do Estado, quem o tiver exercido em caráter permanente fará jus a um subsídio mensal vitalício, a título de pensão especial, paga com recursos do tesouro estadual, igual ao do chefe do Poder Executivo”.
O dispositivo da Constituição da Paraíba também é alvo de questionamento no STF, por meio de uma ação ajuizada pela OAB. O processo ainda não entrou em pauta para julgamento.
Os ex­-governadores que recebem do tesouro estadual são: Roberto Paulino, Cássio Cunha Lima, Cícero Lucena, José Maranhão, Milton Cabral e Wilson Braga.

CIA da Bola : OS PROFESSORES BETINHO E BETÃO

CIA DA BOLA : Os Professores Betinho e Betão, incansáveis em seus trabalhos social e esportivo , fizeram ontem um amistoso entre os  times de futebol America de Caaporã  x  Marrentinha , o jogo foi sob os olhares dos membros Diretores do Flamengo da Paraíba ,o grande intuito é dá oportunidades aos nossos atletas , formando um time forte  para competir na Copa São Paulo de Futebol Junior , ou seja a Famosa COPINHA SÃO PAULO. Segundo Sr.Paulo (Diretor do Flamengo), gostou muito do que viu e acredita nessa parecia , pois conhece bem o trabalho Desportista e Social destes grandes professores Betinho,Betão e Marretinha.















CIA DA BOLA : Professores Betinho e Betão

A Escolinha de  Futebol CIA da Bola , retornou com força Total aos treinamentos , pois teremos no minimo 06 competições anuais , dizem os professores e mestres da bola Betinho e Betão , e agradecem a todos os atletas que compareceram . '' Deus é Fiel "










Prefeito Renato Mendes e deputado Branco Mendes são homenageados na Capela de Santa Luzia em Nova Alhandra.

O prefeito de Alhandra Renato Mendes e o deputado Branco Mendes foram homenageados na noite desta quarta-feira (30) na capela de Santa...